Escritos de Esperança
Eu sigo sorrindo o que me permitem,
Eu vou sonhando no novo alvorecer,
Aonde a amarga idiotice, se transformará,
Em mensagem de paz e vislumbre.
Eu grito para que poucos me escutem,
Pois a maioria quer o ocaso da sorte,
O contrário da minha vida,
Ninguém precisa saber, mas estou na linha de morte.
Eu sonho com o que é permitido sonhar,
A história de longe me agride,
Eu amo só quem me deixam amar,
Eu não tenho direito de ser triste.
Mas sou feliz até certo ponto,
Sou feliz em pouco grau, e ponto,
Eu só queria ser feliz sem tanto,
Não precisamos esperar ser tarde,
Para vermos o quão foi covarde,
Quem fez o brilho desse farol.
E a fraqueza é da vida armadilha,
Para quem não quer, toda estrela brilha,
E todos somos estrelas.

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